

A atitude de alguns participantes do Big Brother Brasil 19 acabou se tornando caso de polícia. Após denúncias do público, a Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu um inquérito para apurar se houve ou não crime de racismo e intolerância religiosa dentro da casa.
A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) confirmou a instauração do inquérito, mas disse que as investigações correm sob sigilo e não informou quais são as pessoas envolvidas no caso.
Entre os comentários que causaram polêmica nas redes sociais, destaca-se o da participante Paula von Sperling Viana, feito na semana passada. Enquanto conversava com Diego Wantowsky e Hariany Nathalia, a estudante de direito disse que tinha medo do dramaturgo Rodrigo França, também integrante da casa, por ele “ter contato com esse negócio de Oxum”, e ainda completou: “Nosso Deus é mais forte”. Oxum é um a entidade cultuada no Candomblé e na Umbanda, ambas religiões africanas.
Essa não foi a única fala discriminatória de Paula. Numa conversa no quarto feminino, ela chamou cabelo cacheado de “ruim” e, enquanto contava uma história de assassinato, se disse surpresa ao descobrir que o criminoso não era “faveladão”, mas sim “branquinho” e que “morou não sei quanto tempo na Austrália ou no Canadá”.
HISTÓRIA Documento jesuíta raro é a nova atração do Museu Paranaense
PINTURA RUPESTRE Piraí do Sul participará do 4º festival de Cinema Italiano
CASA PAPAI NOEL Secretaria de Cultura de Piraí do Sul abre visitação para Casa do Papai Noel
CONCURSO NATALINO Prefeitura de Piraí do Sul distribuirá R$ 194 mil em prêmios em Concurso Cultural
PhotoTruck em Piraí CCR RodoNorte inicia atividades do projeto PhotoTruck no Paraná
REDES SOCIAIS Clube de Imprensa lança e-book gratuito para ensinar jornalistas a monetizar conteúdo nas redes sociais Mín. 13° Máx. 21°





